Mamei meu amigo hétero

Ter 18 anos não é fácil… especialmente com o acúmulo de responsabilidades e decisões difíceis para tomar. Pior ainda se você for como eu… passivo e curioso e morrer de tesão pelo seu melhor amigo hétero.

Eu ainda sou novinho, praticamente sem pelos no corpo, magricelo, baixinho e tímido que nem mimosa. Meu amigo, William é quase o oposto por completo… aos 22 anos e com 1.85m, ele tem seu corpo trincado por anos de basquete e musculação, além de ser uma pessoa muito boa de se conversar.

Nos conhecemos na faculdade. Eu havia recém sido aprovado no curso de Relações Internacionais e ele já estava quase concluindo o curso. William reprovou em uma matéria logo no início, motivo pelo qual teve que cursa-lá novamente e acabou caindo na minha sala.

No primeiro dia de aula com ele, não demorei para notar que todas as meninas da sala se sentiram atraídas… e com razão. Chegando atrasado e interrompendo a aula, William se sentou no fundão da sala e se jogou na cadeira. De regata e bermuda, seus braços enormes ficavam expostos e suas pernas trincadas estavam praticamente jogadas a esmo na sua frente, e seus pés enormes estavam visíveis na havaianas que usava.

Logo, ficamos bons amigos. Como exercício, nosso professor não permitia que escolhêssemos as duplas para trabalho, e depois de duas oportunidades juntos pude perceber que William não estava nem um pouco interessado em trabalhar. Não que ele tivesse me pedido para fazer o trabalho sozinho, muito pelo contrário, mas do jeito que ele falava de sua vida agitada eu sentia que ele não deveria ter a preocupação de ficar escrevendo enquanto eu nem tinha uma vida social.

Hoje eu acho que ele sabia desde o começo que eu era gay. Sempre puxando papo e mostrando foto das minas que tinha pegado (muitas por sinal), ele reparava meu desinteresse. A minha única preocupação era finalizar o trabalho e tentar não olhar para o volume dele, sempre presente.

Eu nunca havia visto o pênis de outro homem pessoalmente, então ver o volume enorme na bermuda dele sempre foi uma perdição pra mim. E William, sempre envolvente, com sua voz grossa e macia, involuntariamente me fazia lembrar daquilo que guardava na sua cueca.

Acabei me acostumando a fazer os trabalhos para ele, inclusive me oferecia e insistia, independente se estávamos na mesma dupla ou não. Não queria que ele se preocupasse com isso.  E ele também se acostumou… logo estava fazendo trabalhos de outras matérias que eu nem conhecia. William simplesmente me dizia o que eu tinha que fazer e saía com uma garota ou para ir jogar basquete.

Até que um dia ele me enviou uma mensagem pelo WhatsApp.

No começo eu fiquei um pouco desconfortável ir na casa dele pra por roupa no varal, mas se ele estava recebendo as amigas dele provavelmente não haveria tempo pra fazer isso e ir para a aula depois e não me custava dar uma ajuda.

O tempo estava bem frio e nublado, mas não ameaçava chover. Então eu fui… como eu já havia entregue alguns trabalhos na casa dele antes, eu já conhecia o local. Abri o portão da casa e fui até os fundos onde eu sabia que estaria o varal. No caminho, não vi ninguém, inclusive estava tudo fechado e parecia que não havia ninguém em casa. Abri a máquina de lavar e comecei a pegar as roupas dele para estender. Pendurei suas camisetas, suas bermudas e… suas cuecas e meias. Sentia um tesao enorme em cada cueca e meia que pendurava, como se eu tivesse sido acertado por um raio. Depois de terminar tudo fiquei contemplando meu trabalho bem feito e admirando as roupas dele. Achei meio errado eu ter esses pensamentos, porque afinal de contas ele é meu amigo e além disso, é hétero.

Fiquei perdido em pensamentos até que eu vi. O cesto de roupas para lavar… ao lado da máquina. Tentei resistir por alguns momentos mas como não havia ninguém em casa eu simplesmente olhei para dentro do cesto e não consegui me segurar. Enfiei a mão dentro e peguei a primeira cueca que eu encontrei e coloquei ela no meu nariz e senti… o cheiro do pau dele, tão forte e viciante, eu quase conseguia sentir o calor emanando da cueca. Aquele cheiro envolvente de macho, o mais perto que eu cheguei do pênis de outro homem e eu estava amando aquilo. Olhei para dentro do cesto e encontrei uma meia dele e coloquei ela na minha cara junto com a cueca dele e novamente me viciei… o cheiro forte de chulé e suor de macho, meu deus, eu amei aquela combinação de cheiros. Me sentei no chão e comecei a apertar meu pau enquanto delirava naquele aroma e gemia e me contorcia de tesão. E tão rápido como tudo começou, acabou terminando. Ouvi um molho de chaves abrindo a porta dos fundos e no susto me levantei e joguei o melhor perfume que eu já senti de volta no cesto e esperei.

A porta abriu e duas garotas saíram. Uma que deveria ter seus 18 anos e outra um pouco mais velha, as duas com saia e blusa apesar do frio. Apressadas, deixaram a porta aberta e nem me viram, simplesmente seguiram para o portão e foram embora.

Fiquei parado ali por uns instantes, e resolvi entrar, afinal elas não estariam ali sozinhas e o William provavelmente estaria lá dentro. Nunca havia entrado na casa dele antes porque eu entregava os trabalhos no portão, então eu não sabia exatamente onde ele poderia estar. Fui andando silenciosamente até encontrar um quarto com a porta entreaberta e coloquei a cabeça para dentro para ver. E eu vi…

William estava sentado na cama digitando no celular. Seu corpo musculoso totalmente pelado e coberto de suor. Seus pés enormes plantados no chão. Fiquei boquiaberto observando aquela cena, completamente parado. E aparentemente eu não fui silencioso o suficiente porque ele virou a cabeça e me viu olhando.

Sem dizer uma palavra, ele abaixou o celular e se levantou, olhos fixos em mim. Quando ele se levantou, seu pênis ficou visível e eu não consegui não olhar. Um pênis enorme. Mole e balançando, coberto em porra, ainda sim maior do que o meu pau duro. E seu saco, parecendo dois ovos gigantes se comparados ao meu.

  • Quer limpar? – ele perguntou.

Levei um susto e arregalei os olhos.

  • Qu..que? – gaguejei.
  • Quer limpar meu pau? – repetiu ele. Sua voz grossa parecia um trovão.

Fiquei parado, de boca aberta sem tirar os olhos daquele pau enorme. Ele, percebendo que eu havia ficado em choque veio marchando até mim. Seu corpo enorme e nu, vindo em minha direção. Colocou uma mão pesada no meu ombro miúdo e me botou de joelhos, sem esforço algum. Trouxe meu queixo para cima e me fez olhar para ele. Um titã musculoso e suado… meu pau já não aguentava mais de tanto tesão.

Ele perguntou de novo:

  • Quer limpar a minha rola?

Não consegui emitir nenhum som, apenas acenei com a cabeça. Ele pegou seu pau e botou ele na minha cara. Aquele pau melado caiu no meu rosto e eu me senti completamente submisso.

  • Abre a boca – ele mandou.

Obedeci e abri a boca o máximo que pude e a cabeça entrou. Comecei a chupar e a mamar como eu havia visto em vídeos pornô. Estava focado. Era o primeiro pau que eu estava chupando, e o gosto salgado daquela porra no pau dele era maravilhoso.

Quando eu estava com metade do seu pau na minha boca, reparei que ele estava aumentando. Engrossando cada vez mais, as veias inchando aquele pau enquanto eu enfiava ele na minha boca, para frente e para trás. Logo, não conseguia mais engolir a metade e a cabeça já enchia a minha boca. Me senti obrigado a tirar tudo para poder dar uma boa olhada.

Era gigantesco. Comprido, grosso e com uma cabeçona vermelha brilhando pra mim. Era maravilhoso. E logo estava entrando na minha boca de novo. William botou sua mão forte na minha nuca e me puxou para o seu pau, eu abri a boca e recebi aquele cabeção quente.

  • Não mandei parar, viado. – disse ele enquanto puxava um cuspe. Olhei para cima e vi seu peitoral malhado e seu corpo tatuado e senti o cuspe quente cair na minha cara.

Não aguentei, gozei na minha cueca. Jatos fortes me molharam todo enquanto eu sentia aquele pau arregaçar a minha boca. Gemi de tesao e agarrei as pernas fortes dele.

  • Gozou, viado? – gargalhou ele – Mal começamos.

Senti a rola dele fazer mais pressão na minha boca e não consegui lutar. Ele envolveu minha cabeça com suas mãos fortes e socou o seu pau na minha garganta. Lágrimas começaram a escorrer enquanto ele forçava seu pau na minha garganta. Não conseguia respirar e comecei a dar  tapas na sua perna.

  • Respira pelo nariz, porra! Engole essa tora!

Fiz como mandado e respirei o que consegui pelo nariz. Senti a rola dele apertar a minha goela enquanto empurrava ela garganta abaixo. E de repente ele tirou a rola toda. Um mastro duro e babado saiu livre, balançando na frente da minha cara.

  • Tá curtindo, viado?
  • S..sim, Will! – disse eu.

Sua mão pesada acertou o meu rosto com tanta força que eu quase desmaiei ao cair no chão. Tonto e chocado, olhei pra ele, que disse:

  • Daqui em diante tu me chama de Senhor! Entendeu? SENHOR! – gritou ele.
  • Si..si… Sim, senhor! – disse eu, jogado no chão, sentindo minha cara quente do tapa.

Ele riu e se sentou na cama.

  • Vem aqui, volta pra rola, viado.
  • Sim, senhor! – respondi, e obedientemente fiquei no meio das suas pernas e abri a boca.

Sem pena, ele saiu enfiando seu cacete na minha garganta, forçando ele até eu sentir seu saco enorme bater no meu queixo. As lágrimas desciam sem controle. Eu conseguia sentir o calor daquela rola na minha garganta. E ele começou a tirar sua pica e meter de volta, me fazendo subir e descer, atolando ela em mim, fodendo minha cabeça com força. Comecei a me contorcer de tesão e gozei novamente, minha cueca ensopada de porra.

As metidas começaram a ficar mais rápidas e ele me puxou pelo cabelo e trouxe minha cabeça para trás. Segurou sua rola enorme na frente da minha cara e eu senti jatos fortes e quentes de porra batendo no meu rosto. Se jogou para trás e eu aproveitei para pegar na sua rola.

Beijei todo seu pau, senti o cheiro da sua porra, chupei seu saco e bati com seu cacetão na minha cara enquanto meu macho descansava da gozada.

  • Curtiu? – ele perguntou, ofegante.
  • Sim, senhor! Eu amei!

Ele riu.

  • Agora limpa minha casa – disse ele se levantando – eu vou tomar banho pra sair depois.

Ele se curvou sobre mim, fechou sua mão e encostou o punho na minha boca.

  • E se quando eu chegar em casa não estiver tudo brilhando – sussurrou ele – vou te quebrar inteirinho.

Me arrepiei todo e arregalei os olhos.

  • Sim, senhor! – disse eu, embaixo do seu punho.

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